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Festival Materiais Diversos com o público no palco

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No Festival Materiais Diversos 2017 já foram apresentados seis espetáculos, quatro sessões esgotaram e a estreia nacional de Folk-s de Alessandro Sciarroni foi acolhida em ovação pelos espectadores do Cartaxo.

Até sábado, dia 23 de setembro, o público continua no “centro do palco” da nona edição do Festival Materiais Diversos, das Aulas Diárias com artistas convidados, das conversas e encontros temáticos, da Comunidade Artística Emergente com a coreógrafa Emmanuelle Huynh e dos quatro espetáculos de dança, teatro e música que serão ainda apresentados em Minde, Alcanena e Cartaxo.


PARA VER ATÉ DIA 23 DE SETEMBRO:

O Festival Materiais Diversos retoma o seu programa de espetáculos esta quinta-feira, dia 21 de setembro, com Lígia Soares a encher de palavras a boca dos espectadores no ROMANCE que reanima o Cine-Teatro Rogério Venâncio em Minde. No dia 22, em nova estreia absoluta no Centro Cultural do Cartaxo será apresentada a dança conferência ANTROPOCENAS, onde Rita Nátalio e João dos Santos Martins propõem envolver o público numa reflexão sobre a atual crise climática, com multi-espécies, Blues, robots, troncos, gatos e até ursinhos à mistura.

No sábado, dia 23, o festival culmina com a apresentação de BROTHER no Cine-Teatro São Pedro em Alcanena, um espetáculo onde o coreógrafo e bailarino Marco da Silva Ferreira junta outros seis intérpretes para descobrir o que é possível fazer em grupo através da dança. Durante a tarde, o jardim do Museu de Aguarela Roque Gameiro enche-se de música com os OSSO VAIDOSO, num concerto onde Ana Deus e Alexandre Soares levam até Minde os músicos convidados João Pedro Coimbra e Pedro Oliveira e um repertório ímpar, recheado de poetas como Natália Correia, Alberto Pimenta, Ernesto Melo e Castro, entre muitos outros.

A festa de encerramento do festival será no dia 23, a partir das 24h, numa das Noites Longas organizadas em parceria com festival Bons Sons, que terá a DJ Cláudia Duarte a comandar a pista de dança no Cine-Teatro São Pedro em Alcanena. O Cine-Teatro São Pedro é o espaço âncora do Festival Materiais Diversos 2017, onde funciona o escritório, a bilheteira e a Livraria, uma nova área do festival que no dia 23 estará aberta até às 4h da manhã para dar a conhecer uma seleção especial de publicações das editoras Orfeu Negro, Antígona - Editores Refractários, Chilli com Carne, Livros Cotovia, Ghost, não edições, Oficina do Cego e Documenta.

Na Comunidade Artística Emergente, a coreógrafa de origem francesa, Emmanuelle Huynh, prossegue em Minde o laboratório de formação alternativa MIND(E) MY GAP LAB, aprofundando com os artistas participantes metodologias de colaboração na criação artística. Também integrado na Comunidade Artística Emergente e no último dia do festival, a Escola O Corpo da Dança de Torres Novas, traz até a Casa Municipal da Cultura em Alcanena as PERFORMANCES BLACKBOX 2017, que integram a apresentação de uma seleção de projetos que foram criados e desenvolvidos ao longo do ano pelos seus jovens alunos.

No dia 22 de setembro, o filme EN TODAS AS MANS de Diana Toucedo, encerra no Cartaxo o programa que o festival dedicou ao documentário e a conversas em torno da criação colaborativa e os seus impactos nas comunidades. As últimas três Aulas Diárias terão como artistas convidados, no dia 21, Duarte Valadares, bailarino do elenco do espetáculo BROTHER, que dará uma aula de danças urbanas às atletas de andebol do clube Juventude Amizade e Convívio de Alcanena, no dia 22, o investigador e docente de Artes Cénicas José Alberto Ferreira, propõe explorar e desassossegar com os participantes os territórios do teatro contemporâneo. Finalmente, no dia 23 no Cartaxo, Rita Natálio cruza ecologia e estética, numa aula onde todos podem ficar a conhecer o que significam conceitos como “antropoceno”, “capitaloceno” e “animismo”.

“O Festival Materiais Diversos é um manifesto de que a diversidade cultural é possível. Promove novas formas de olhar o mundo e prossegue um diálogo com diferentes públicos, criando espaços de encontro para artistas e não artistas, para populações locais e forasteiros. Transações que ao longo da nona edição têm ajudado a desenhar novos circuitos de acesso à criação contemporânea, transformando as geografias que em Portugal se entendem como centrais na oferta cultural. Até dia 23, são todos bem-vindos à conversa que prosseguimos por Minde, Alcanena e Cartaxo”, convida Elisabete Paiva, Diretora Artística do Festival Materiais Diversos.

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