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Festival Cumplicidades de dança contemporânea realiza primeira edição em março

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A primeira edição do Cumplicidades - Festival Internacional Dança Contemporânea de Lisboa vai decorrer de 13 a 29 de março, em vários espaços da capital, com uma "programação diversificada" para "todas as faixas etárias", anunciou hoje a organização.

De acordo com a EIRA, estrutura artística sediada em Lisboa que se dedica há vinte anos ao desenvolvimento e promoção nacional e internacional da dança contemporânea, a programação do novo festival irá decorrer em jardins, teatros e outros espaços alternativos da capital, como a estação ferroviária do Rossio.

Espetáculos, instalações performativas, `workshops`, percursos, palestras, mesas redondas e uma exposição permanente fazem parte do programa da primeira edição deste festival dedicado à dança contemporânea, que terá curadoria de Ezequiel Santos, programador português convidado para esta primeira edição.

Nesta edição, o festival contará com a presença prioritária de criadores portugueses, embora a partir da próxima edição, prevista para março 2016, o objetivo será não só coproduzir e apresentar artistas portugueses, como também artistas estrangeiros, indica a EIRA.

"Esta opção permite que a linha do festival esteja em constante renovação e que o público receba diferentes perspetivas da dança contemporânea", sustenta a EIRA.

O objetivo do lançamento deste novo festival é também "recolocar Lisboa e os criadores portugueses no mapa mundial dos festivais da dança, funcionando como um polo dinamizador pensado para a toda a comunidade da dança portuguesa, mas não encerrado nela", sustenta a organização num comunicado.

Entre outros espetáculos estão previstas apresentações de "A falha de onde a luz", de Sónia Batista, em estreia, "The Arcaic, Looking Out, The Night Knight", de Vania Rovisco, "Quadratura do Espaço Curvo", de Pedro Ramos, e "The very boring piece", de Cristina Planas Leitão e Jasmina Krizaj, e "Pequenos Mundos", um espetáculo para bebés.

Haverá uma instalação artística de Pedro Prazeres e palestras sobre a dança em Portugal, pensamento coreográfico e a ética na estética da dança contemporânea.

A EIRA é, desde 1996, uma estrutura cofinanciada pela secretária de Estado da Cultura, através da Direção-Geral das Artes, e desde 2013 apoiada pela Sociedade de Instrução e Beneficência "A Voz do Operário" na cedência das suas atuais instalações no bairro da Graça em Lisboa - Teatro da Voz (Antigo Teatro da Graça).

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