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Um mês de música e bailado gratuitos ao ar livre

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Com o início do verão, o Teatro São Carlos, em Lisboa, leva para a rua orquestras, coros, bailados e uma homenagem à cantora de ópera Elisabete Matos. Ao todo há 18 espetáculos para ver gratuitamente.

O verão é sinónimo muitas vezes de teatros a meio gás. Mas não para o Teatro São Carlos, que aproveita a chegada do tempo quente para sair à rua e levar a música erudita e o bailado a lisboetas e turistas. Entre 27 de junho e 27 de julho, há 18 espetáculos para ver no Largo de São Carlos, com protagonistas como a Orquestra Metropolitana de Lisboa Companhia Nacional de Bailado, Orquestra Chinesa de Macau e Coro do Teatro Nacional de São Carlos, que comemora este ano 70 anos de vida.

O cartaz deste festival, onde não é preciso pagar bilhete, foi apresentado esta terça-feira e inclui um momento especial de homenagem a Elisabete Matos, soprano portuguesa que conta com 25 anos de carreira. Com direção musical de John Neschling, a homenagem acontece nos dias 18 e 19 de julho, às 21:30, com a participação da cantora e da participação especial do barítono russo Sergei Leiferkus, entre outros convidados.

O primeiro momento do Festival ao Largo (27 e 28 de junho, 21h30) pertence ao Coro do Teatro, no ano em que comemora 70 anos de atividade. Presente vai estar a madrinha do Coro, a cantora Fiorenza Cossotto, cujo estatuto também merecerá uma homenagem da organização, a cargo do Organismo de Produção Artística (OPArt).

A 1 de julho, o Teatro abre as portas do seu Salão Nobre à Orquestra Metropolitana de Lisboa, no único concerto que não será ao ar livre. Marcado para as 18h00, a organização jutifica a decisão com o risco de estar muito calor a essa hora para que o público possa desfrutar do momento.

No dia 14 de julho celebra-se França, com o espetáculo “French Swing Café”. Dois dias depois, assinala-se a presença da Orquestra Chinesa de Macau, que vai mostrar ao público instrumentos tradicionais chineses e coreografias chinesas a não perder.

Como já é tradição, o encerramento pertence à Companhia Nacional de Bailado (CNB). Depois de no ano passado ter levado ao Largo “O Lago dos Cisnes”, a Companhia prepara-se para apresentar, nas noites de 25, 26 e 27 de julho, “Orfeu e Eurídice”. Nos trezentos anos sobre o nascimento de Christoph Willibald Gluck, a CNB encomendou a Olga Roriz este bailado, baseado numa das partituras do compositor alemão.

Poemas sinfónicos e participações do Coro Juvenil de Lisboa, Orquestra de Sopros do Conservatório Nacional, Coro Juvenil da Escola de Música do Conservatório, Orquestra de Sopros do Conservatório Regional de Artes do Montijo, banda sinfónica da GNR e a Orquestra Sinfónica Portuguesa. A maestrina Joana Carneiro, titular da Orquestra, não estará presente no Festival apenas por impedimentos de agenda, justificou José António Falcão, diretor do OPArt.

O orçamento da 6ª edição do Festival Ao Largo é de 100.000 euros. José António Falcão afirmou que, contas feitas, o impacto direto e indireto da iniciativa significa que “por cada 10 cêntimos investidos há um retorno de 3,87 euros”. O cálculo ainda não foi divulgado, mas tem em conta o retorno para a sociedade, entre parceiros, entidades comerciais, aproximação a novos públicos, entre outras.

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