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À Conversa com...Sofia Cunha

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Sofia Cunha é uma jovem bailarina de 16 anos, natural do Porto, e foi nesta cidade que usufruiu da sessão fotográfica que venceu no passatempo dinamizado pelo In Dancing Shoes, em parceria com a agência de comunicação eDANCE.

Sofia dança ballet desde os 2 anos de idade e quando conheceu o “The Ballerina Project” ficou de tal forma fascinada que este prémio proporcionado pela eDANCE foi como que a realização de um sonho.

Estivemos à conversa com a Sofia para sabermos o que a levou a concorrer e como foi esta experiência.

Toda a sessão pode ser vista em www.edance.pt.

Como te iniciaste no mundo da dança?
Acho que desde sempre tive aquele bichinho cá dentro. Qualquer pessoa que dance sabe do que estou a falar (acho eu!). Quando era pequena e ouvia música, nunca ficava parada. Não tinha noção do que estava a fazer, simplesmente me mexia! A minha família conta-me que, quando era bebé e me tentavam adormecer, punham música clássica a tocar e pegavam-me ao colo para me embalar. Mas, aparentemente, eu não adormecia. Se calhar também me estava nos genes. A minha avó paterna esteve muito ligada à dança, principalmente ao ballet, e quem sabe se isso não teve qualquer coisa a ver? De qualquer forma, inscreveram-me em aulas de ballet quando tinha 2 anos e meio, e desde aí que nunca mais parei!



Porquê o ballet?
Como já disse, inscreveram-me em aulas de ballet quando era muito pequena. Acho que instantaneamente me apaixonei. Adoro a elegância, a leveza, mas, ao mesmo tempo, a força que é preciso. É como se conseguisse voar, viajando para um mundo só meu! Ao mesmo tempo, permite-me ser quem eu quiser, sem medos nem preocupações, faz-me sentir poderosa e, acima de tudo, FELIZ!


O que te levou a participar no nosso concurso? Alguma vez tinhas pensado em fazer uma sessão fotográfica de dança? Se sim, porquê?
Há uns tempos, descobri um projeto fantástico, o “The Ballerina Project”, e fiquei fascinada com as fotografias que encontrei. Acho que sempre me quis ver numa fotografia daquele género mas nunca pensei que isso fosse acontecer, de forma profissional, pelo menos num futuro próximo. Portanto, mal vi que podia vir a ter a oportunidade de ser fotografada, ainda por cima tendo como cenário a minha cidade natal, o Porto, não hesitei em participar!

Quando soubeste que tinhas sido contemplada com uma sessão fotográfica da eDANCE qual a tua reação?
Fiquei absolutamente estupefacta, nem queria acreditar! Acho que fiquei estática a olhar para o monitor do computador durante uns bons 3 ou 4 minutos antes de mostrar alguma reação física. Honestamente, nunca pensei que chegasse a ser premiada. Participei no concurso sem qualquer esperança de conseguir alguma coisa e nunca julgando que ia ter esta sorte!

Preparaste a sessão? Quais os cuidados que tiveste?
Quando, finalmente, tomei consciência de que tinha ganho, comecei logo a pensar nos sítios que pudessem vir a ser o “palco” da sessão. Mas o Porto tem tantos sítios tão belos que demorei algum tempo até escolher o Jardim Botânico do Porto. Escolhi-o, não só, pelos maravilhosos recantos, mas também por ter visto crescer uma pessoa que admiro imenso - Sophia de Mello Breyner. A sua casa de infância está envolvida nos labirintos de flores e nas copas das altíssimas árvores que compõem o jardim. Cresci a ouvir as suas histórias e poemas e, portanto, achei que era um pormenor que tornava tudo um pouquinho mais especial! Além disso, passei algumas horas (mais horas do que gostava de admitir) a ver fotografias na internet para tirar ideias. Tinha medo de bloquear a meio da sessão ou de me ficar apenas pelas típicas fotos de ballet. Também queria que houvesse alguma ligação com o sítio que tinha escolhido e, por isso, até levei para a sessão um livro, na esperança de que o pudesse incorporar em alguma foto.

No dia da sessão, gostaste da experiência?
A sessão foi óptima! A Rita foi extremamente simpática e rapidamente nos entendemos sobre posições e ângulos que poderíamos experimentar. Felizmente, estava um dia de sol, sem muito vento, o que ajudou a tornar tudo muito agradável. No entanto, a casa de Sophia estava a ser recuperada, portanto, não a podemos incorporar nas fotos tanto quanto eu gostaria. Mas isso pouco ou nada afetou a maravilhosa tarde que tive, acompanhada não só de uma óptima fotógrafa como também dos meus pais e irmão!



Quando recebeste o trabalho finalizado, este foi ao encontro do que tinhas imaginado?
O trabalho final superou tudo aquilo que tinha imaginado. De facto, não há nada comparado com a fotografia profissional. Não só a qualidade da fotografia em si, mas também os jogos da luz e de ângulos, algo que só um profissional como a Rita consegue. Só posso dizer que estou muitíssimo grata, tanto à eDANCE como ao In Dancing Shoes por esta oportunidade que não podia ter sido mais espetacular!

Texto e Fotografia de Rita Bastos | eDANCE

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