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Dançar durante a gravidez: Sim ou Não?

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A gravidez é um período muito especial na vida da mulher e deve ser vivido da melhor forma. Nesta fase, a mulher passa por um processo de transformação psicológica, encontra-se mais sensível, com mudanças súbitas de humor, mas feliz. Durante os primeiros meses a mulher grávida tem tendência a se sentir indisposta, com um mal-estar generalizado, enjoos e tonturas. Nos meses seguintes, o aumento de peso e a sensação de inchaço podem causar incómodo às futuras mamãs.

A dança pode ser uma excelente atividade nesta fase da vida da mulher, pois é uma atividade divertida e relaxante, permite à mulher sentir-se livre enquanto se movimenta ao som da música. O exercício aeróbio, o treino de flexibilidade e força que a dança confere à mulher, são de extrema importência na preparação do parto. A dança vai ajudá-la a controlar o peso, diminuiu a sensação de inchaço e melhora a capacidade aeróbia.

A grávida deve ter mais cuidado durante os primeiros meses de gestação, existe um maior risco de perdas de sangue e as tonturas e enjoos são comuns. Deve evitar atividades mais intensas e ter alguns cuidados extra: fazer um bom aquecimento antes da aula, ajustar a intensidade da aula à sua própria capacidade, reduzindo o ritmo sempre que necessário. Para controlar a intensidade e o impacto, mantenha sempre um dos pés assente no chão, substituindo os saltos por marcha ou step-touch. Ouvir o próprio corpo e agir de acordo com as suas necessidades é essencial.

Após esse período, a grávida em condições clínicas normais pode aproveitar os movimentos para usufruir dos benefícios da dança com segurança. O seu centro de gravidade vai alterando com o crescimento da barriga, por isso concentre-se em manter o equilíbrio e evite movimentos com saltos, piruetas, voltas, rotações e grandes movimentos de anca.


Até aos oito meses de gravidez, a mulher pode frequentar as aulas de dança normalmente, mas no último mês deve parar e repousar. Para dançar com segurança, a grávida deve usar roupas leves e confortáveis, sapatilhas de dança ou sapato próprio desde que sem salto alto.

Num quadro clínico normal, a grávida pode dançar e fazer outras atividades físicas, que até são benéficas para si, como o pilates, o yoga, hidroginástica, ginástica localizada, etc. No entanto, deve consultar o seu médico, pois apenas ele conhece as suas condições clínicas.

Texto de Rita Bastos | eDANCE



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