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Vânia Moura: Dança do Ventre - A Dança Oriental trabalha todas as partes do corpo

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Vânia Moura, é da Aldeia Galega da Merceana, Alenquer, mas passa o seu tempo em Torres Vedras actualmente, tomou o gosto pela Dança Oriental em 2004, quando por curiosidade resolveu começar com aulas de iniciação, a partir dai aumentou o entusiasmo pela arte e a necessidade de aprofundar cada vez mais com workshops de vários estilos e aulas com diferentes professores de diversas nacionalidades. Hoje tem um grupo organizado que faz demonstrações.
De origem Egípcia, posteriormente, a Dança do Ventre (raks el chark, em árabe) popularizou-se e foi levada para os palácios e haréns, perdendo assim o seu carácter sagrado, tendo evoluído, por influência dos diversos lugares e acontecimentos históricos. O seu processo de evolução, continua até aos dias de hoje
Esta dança baseia-se sobretudo na consciência corporal e no isolamento de grupos musculares específicos, ou seja, na capacidade de mover separadamente as diferentes partes do corpo.
Os movimentos da Dança Oriental só são convenientemente apreendidos quando são interiorizados, descodificados pelo cérebro e reenviados para os músculos que trabalham esse movimento.
"Os movimentos surgem do interior do corpo e refletem-se no exterior; são movimentos naturais do corpo que apenas estavam adormecidos e que, perante um estímulo, reaparecem e mostram-se. Daí a importância de se conhecer bem o corpo para melhor o utilizarmos quando dançamos", refere a Vânia, que continua a explicar que: "A Dança Oriental trabalha todas as partes do corpo e passa-se a ter um controlo muito mais consciente sobre o mesmo.
A aprendizagem desta dança é lenta, uma vez que há que aprender a movimentar cada parte do corpo separadamente, dissociar os movimentos e depois executá-los com clareza e muita delicadeza".
Em 2008, a Vânia aceitou o novo desafio, dar aulas desta dança oriental, e criou assim o grupo "Bab Hadid", que conta com 18 alunas dos 6 aos 20 anos de idade.
É um grupo que participa em diversos eventos, tais como espetáculos de palco, festas temáticas, casamentos, entre outros, sendo a maioria das roupas idealizadas e feitas à mão.
Adaptada a cada ocasião especifica esta é uma modalidade original que demostra toda a sensualidade do movimento do corpo, dos ritmos Egípcios, da alegria e do impacto visual.
As "Bab Hadid" utilizam diferentes adereços nas suas demostrações, como as Asas de Isis, Véus, Velas e Bastão, atuando assim a solo ou em grupo.
Mas, o que é realmente a Dança do Ventre
e quais os seus benefícios?
A Dança Oriental não só trabalha o corpo como a mente, uma vez que funciona como o encontro da mulher consigo mesma.
Benefícios Físicos
* Formas arredondadas e mais femininas
do corpo, desmistificando a teoria
de que a dança oriental causa barriga;
* Activação da circulação, favorecimento
dos pulmões com mais oxigenação e,
através de respirações e movimentos
pélvicos ritmados, permite um bom
funcionamento do estômago e intestinos;
* Educação a postura, alívio de tensões
na nuca, ombros e mãos;
* Fortalecimento dos músculos das pernas,
coxas, ancas, abdómen, nádegas
e braços, permitindo o alongamento do
corpo e a flexibilidade de um modo geral;
* Alívio das cólicas menstruais.
Benefícios Terapêuticos
* Melhoria de auto-estima;
* Maior conhecimento e alongamento
do próprio corpo;
* Alívio do stress;
* Aumento da capacidade de expressão
da sensualidade feminina;
* Auto-conhecimento.
A esta dança podem ser anexados diversos adereços, como Velas, Véus, Asas de Isis, Bengala ou Bastão, Espada ou Punhal, Candelabro, Jarro e Sagats/Crótalos

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