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Christiane Torloni a propósito de "Teu Corpo é Meu Texto"

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Conhecida do grande público como protagonista de novelas, a atriz vai estar no Coliseu do Porto (no dia 17).

Vem a Portugal para apresentar o projeto ‘Teu Corpo É Meu Texto’. Que espetáculo é este?
Sou atriz convidada de um espetáculo com 23 bailarinos da melhor qualidade que é uma interferência do teatro na dança. É um trabalho muito acessível. 

Não é, portanto, elitista?
Pelo contrário. E essa é a causa do sucesso. Sou uma atriz que transita muito bem no teatro, no cinema e, principalmente, na TV, que é um veículo popular. Ao longo dos 37 anos de carreira que tenho, fui formando um público que me foi acompanhando e que foi levado da TV para o teatro. Portanto, não fazia sentido que fizesse agora um trabalho em que as pessoas se sentissem burras. 

Impõe a mesma exigência na TV, teatro e cinema?
Naturalmente. O cinema é mais complicado porque é uma arte que não pertence ao ator mas ao realizador, ao editor e ao produtor. Mas quanto mais rigorosos formos com o nosso trabalho mais possibilidade temos de ele não ser manipulado. 

Já sentiu o seu trabalho ser manipulado?
Nunca pus todas as minhas fichas no cinema. Temos mais dissabores quando apostamos tudo numa única coisa. Mas há muitos anos que sei que o cinema não é a arte de controlo do ator.

Gosta de fazer TV?
Muito. Mas é difícil de fazer.

É fundamental fazer TV para chegar a mais público?
A televisão tem a possibilidade de dar circulação ao trabalho. Fico muito feliz por ir para as entranhas da Amazónia e as pessoas conhecerem o meu trabalho. Desde muito nova que dizia que queria chegar longe e a todo o tipo de pessoas.

Começou a representar aos 18 anos...
Quando era adolescente, os meus pais não queriam que eu fosse atriz. Então, preparei-me para tudo. Mas a arte não poupa ninguém e tive oportunidade muito cedo de perceber que não adiantava… vim ao mundo para ser artista.

Sempre sentiu o apelo de ser artista?
Quando a ficha caiu foi um choque. Num minuto percebi o oceano que teria de navegar. Trabalhei muito e tive a chance de me oferecerem bons trabalhos desde o começo. Nos últimos 25 anos, escolho rigorosamente os trabalhos. Mas tenho dito muito mais sim do que não.

‘Fina Estampa’ foi o seu último trabalho em televisão. Já sabe o que se segue?
Neste momento, estou entre safras. Nos últimos seis anos fiz quatro novelas e uma minissérie. Agora, chegou a hora de descansar. O público precisa de sentir saudades de nós. 

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